As declarações dos protagonistas do Great Leadership: Conversas que moldam o futuro, evento organizado pela Great Place to Work com o Expresso como media partner
“Ter um ambiente de trabalho saudável, feliz e transparente em que os colaboradores sintam que possam confiar na empresa é fundamental”, acredita Rita Reis, senior director, value, access, government & public affairs da Merck.
“A forma como vamos utilizar as ferramentas no futuro vai ditar a maneira como lidamos com elas. Um dos desafios é diferenciar conhecimento verdadeiro de conhecimento de Inteligência Artificial”, aponta Nuno Fernandes, administrador executivo do Grupo Casais.
“Esta revolução veio para ajudar os trabalhadores e para potenciar as capacidades dos humanos. Estou muito otimista em relação a essa combinação entre o artificial e o humano", afirma Ricardo Salgado, CEO da DSTELECOM.
“A importância do propósito, dos valores e da cultura de uma empresa vai manter-se, mas as competências serão um pouco diferentes. As mais humanas, como sentido crítico e empatia, vão ser o core", sublinha Miguel Tolentino, chief people officer da Worten.
“Ouvir sempre os colaboradores, das mais variadas formas, é o principal desafio. Eles é que sabem como a cultura é percebida no terreno. São eles os grandes mentores e os que geram os resultados das empresas, apesar das estratégias”, considera Maurício Korbivcher, CEO da Great Place to Work em Portugal.
“O nosso entendimento é que precisamos de ser um great place to work para reter as pessoas, que é a nossa primeira prioridade, mas também para sermos uma organização atrativa”, explica João Pedro Borges, administrador da CA Seguros.
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Este artigo faz parte da edição de Junho do Expresso.
Publicação original no Expresso;