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5 Insights sobre Liderança que Aprendemos no Great Leadership

 5 Insights sobre Liderança que Aprendemos no Great Leadership

Employer Branding, Liderança

No Great Leadership, ficou claro que o mundo do trabalho está a atravessar uma das maiores e mais significativas transformações da sua história. No dia 17 de junho, O palco Impresa recebeu a primeira edição memorável do Great Leadership: Conversas que moldam o futuro do trabalho., com o Expresso como media partner.

A inteligência artificial, a automação, as novas expectativas das pessoas e a velocidade da mudança estão a obrigar líderes e organizações a repensarem a forma como trabalham, crescem e criam valor.

Do Great Leadership, resultaram várias reflexões de CEOs e líderes, particularmente relevantes para quem lidera equipas e organizações nos dias de hoje.

 

 "A cultura de uma empresa vê-se na forma como as pessoas se cumprimentam, até para quem está na receção. Define a colaboração, confiança e também a energia das equipas e a forma como que representam a empresa."

Maurício Korbivcher, CEO & Country Manager da Great Place To Work Portugal.

 

5 insights do Great Leadership

01. Comunicação e Transparência: a base da confiança

Num ambiente de mudança constante, a comunicação deixou de ser apenas uma competência importante. É uma necessidade estratégica dos negócios. Só uma liderança que comunica com clareza, honestidade e transparência consegue criar relações de confiança, reduzir o sentimento de incerteza e alinhar as equipas em torno do mesmo objetivo. Salienta-se que ser transparente não significa ter todas as respostas, significa sim partilhar a informação importante (e a que se pode partilhar no momento), explicar as decisões e envolver as pessoas no processo de transformação.

 

02. Propósito, Missão e Impacto Social: liderar para além dos resultados

As organizações que irão atingir o maior sucesso serão as capazes de conciliar o desempenho económico com um impacto positivo na sociedade. As novas gerações, em particular, valorizam empresas que expressem um propósito claro e uma missão que as inspire. Os colaboradores procuram compreender de que forma o seu trabalho contribui para algo que ultrapassa os resultados financeiros. Cabe, por isso, à liderança estabelecer a ligação entre as tarefas diárias e uma visão mais global, capaz de gerar significado e compromisso. Quando o propósito é vivido de modo genuíno constantemente, torna‑se num importante fator de motivação, retenção de talento e diferenciação no mercado.

 

03. Formação Contínua: desenvolver competências para um futuro em constante mudança

Mais do que preparar pessoas para funções (que podem vir a desaparecer), as organizações têm de capacitar os colaboradores para adaptarem-se à mudança e a desenvolverem novas competências ao longo de toda a sua carreira. A formação do futuro não pode limitar-se ao desenvolvimento de competências técnicas, deve também reforçar as competências humanas e comportamentais. Capacidades como o pensamento crítico, a criatividade, a adaptabilidade, a colaboração, a inteligência emocional e a aprendizagem contínua assumem-se como ativos estratégicos para qualquer colaborador.
Paralelamente, como a IA democratizou o acesso ao conhecimento, a verdadeira diferenciação está na capacidade de interpretar criticamente a informação, questioná-la, contextualizá-la e transformá-la em decisões, inovação e criação de valor. Saber fazer as perguntas certas será tão importante quanto saber encontrar as respostas certas.

 

04. Repensar a Organização e o Modelo de Negócio

A IA não está apenas a redefinir a forma como trabalhamos, está também a mudar profundamente os próprios modelos de negócio. A automatização liberta-nos das tarefas repetitivas e abre espaço para funções mais criativas, estratégicas e humanas. Muitas das funções atuais serão reconfiguradas ou deixarão de existir, enquanto novas profissões e oportunidades surgirão. Perante este cenário, a liderança deve questionar de forma contínua a estrutura organizacional, a proposta de valor e o modelo de negócio. Não se trata apenas de adotar novas tecnologias, mas de repensar a forma como o trabalho é realizado e como o valor é criado para clientes, colaboradores e parceiros. Apenas as organizações capazes de se reinventar antes que a mudança lhes seja imposta irão prosperar.

 

05. A Cultura Organizacional como Vantagem Competitiva

Embora a IA se encontre, cada vez mais, acessível, a verdadeira diferenciação continua a ser humana. A IA e as novas ferramentas digitais podem multiplicar a produtividade das equipas, mas também ampliar o gap entre quem se adapta e quem resiste à mudança. O fator crítico não será apenas saber usar as ferramentas, será saber fazer as perguntas certas, compreender os objetivos e utilizar a tecnologia para criar valor.

 

 

A Principal Mensagem do Great Leadership para as Lideranças

A capacidade de unir tecnologia e pensamento estratégico será decisiva. A liderança deve, assim, cultivar uma cultura de curiosidade, aprendizagem contínua, experimentação e adaptação. São estas as características que permitirão transformar o potencial tecnológico em resultados reais e sustentáveis.

O Great Leadership reforçou uma mensagem essencial: a tecnologia continuará a evoluir a um ritmo sem precedentes, mas o sucesso das organizações continuará a depender da capacidade das pessoas para aprender, adaptar-se e colaborar. O desafio da liderança não é apenas acompanhar a mudança, mas criar as condições para que as pessoas prosperem nela. Porque, no final, as organizações mais bem-sucedidas não serão as que adotarem mais tecnologia, mas as que conseguirem combinar tecnologia, propósito e talento humano de forma inteligente.

 

Veja o resumo do evento, publicado pelo Expresso, media partner do evento:

 

Como usar inquéritos aos colaboradores para avaliação cultural

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