Abril terminou da melhor forma para a gestão mundial. Entre os dias 22 e 24 de abril, Las Vegas foi o palco de mais uma edição memorável do Great Place To Work® For All Summit.
Para que não sinta que perdeu o que de mais importante se passou no Resorts World, estivemos atentos e "demos a papinha toda": recolhemos as dicas e as lições fundamentais partilhadas pelos CEOs das melhores empresas do mundo. Se não conseguiu estar presente neste evento incrível, aqui tem o que precisa de saber para liderar com sucesso em 2026.
O tema central que atravessou todo o Summit foi a esperança. Num cenário global de incerteza, os cerca de 2.000 líderes presentes foram lembrados por Michael C. Bush, CEO Global da Great Place To Work US, de que:
"Sem crescimento, não há esperança. E sem esperança, não há crescimento. Temos de espalhar a esperança para todos."
Aqui estão as 8 principais conclusões:
A cultura nunca está "concluída" – trate-a como uma operação contínua
Chris Nassetta, CEO da Hilton, foi direto: "Construir cultura nunca acaba. É o ingrediente secreto." Quando a faturação da Hilton caiu drasticamente em crises passadas, foi o "excedente de confiança" acumulado ao longo de anos que permitiu à empresa sobreviver e sair ainda mais forte.
"Pessoas primeiro" não é uma estratégia "fofinha". É a única estratégia.
Para Ed Bastian, CEO da Delta Air Lines, a cultura e as pessoas são os únicos ativos impossíveis de replicar. Durante os tempos difíceis, a lealdade dos colaboradores — que chegaram a abdicar de salários para salvar postos de trabalho — provou que o lucro é uma consequência do cuidado com as pessoas.
Os trabalhadores da linha da frente merecem o destaque
Um dos momentos mais emocionantes foi a homenagem aos funcionários de suporte do evento. Ficou o aviso: se os "trabalhadores do conhecimento" pararem um dia, o mundo continua a girar; se a linha da frente parar, o mundo para.
Alta performance não é apenas o que entrega — é como entrega
Brian Doubles, CEO da Synchrony (nº 1 no ranking deste ano), afirmou que resultados são o mínimo esperado. O diferencial está na forma como se chega lá. A empresa trocou avaliações anuais por check-ins regulares para garantir que o "como" esteja sempre alinhado com os valores da casa.
A liderança é a chave para a adoção da IA
Julie Sweet (Accenture) e Anirudh Devgan (Cadence) concordam: a IA não é um desafio tecnológico, mas de liderança. O foco deve ser a resiliência. O sucesso da implementação depende de os funcionários se sentirem apoiados e seguros durante a transição, eliminando o medo da substituição.
Segundas oportunidades são boas para os negócios
Larry Miller, da Jordan Brand, partilhou dados sobre o impacto da reintegração de ex-reclusos. Dar formação e oportunidade a quem quer recomeçar gera uma lealdade sem precedentes. "Quem vê o trabalho como um privilégio dá o seu melhor todos os dias."
O contexto que você cria é tudo
Angela Duckworth, autora de Grit, explicou que o sucesso não é apenas esforço individual, mas depende do ambiente. Um contexto desafiador e, ao mesmo tempo, apoiante, extrai níveis de performance que as pessoas desconheciam ter.
A esperança não é um desejo vago. É uma prática.
A esperança requer trabalho, aceitação e fé. Ela não acontece por acaso; espalha-se intencionalmente através de comportamentos de liderança que geram confiança no dia a dia.
Mantenha-se na vanguarda da gestão de pessoas
A liderança em 2026 exige sensibilidade para navegar na incerteza e coragem para colocar as pessoas no centro da estratégia. Estas lições são apenas o início.
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